O semanário o Sol publica um artigo com o título “7,5 milhões de euros para salários de 46 gestores” onde se fala de vencimentos milionários e de magnânimas “ajudas” ao arrendamento e ao aluguer de carros, entre outras coisas nada conformes com a situação económico-financeira do país.
O artigo diz que “Só no ano passado, os gastos (salários e despesas) com 46 administradores de nove companhias tuteladas pelo Estado - ANA, STCP, EP, CTT, REFER, CP, ML, CARRIS E TAP - ascenderam aos 7,46 milhões de euros, ou seja, uma média de 162,2 mil euros mensais por gestor, segundo cálculos do SOL baseados nas contas anuais das empresas. Contas feiras, os gestores receberam seis vezes mais do que os trabalhadores das suas empresas, que auferiram 28 mil euros anuais”.
Maus adiante pode ler-se: “A aparente fartura do dia-a-dia destes gestores contrasta com a situação das suas empresas. Nos últimos quatro anos, o passivo destas nove companhias mais do que duplicou, de 13,3 mil milhões de euros em 2006 para 31,1 mil milhões de euros no final de 2009”.
Por isso eu volto a não entender em nome de qual saber ou competência especial esta gente recebe tão imorais remunerações!
Há, pois, muito para fazer para tornar Portugal um país competitivo sem haver necessidade de ser, como é hábito, à custa das pessoas que labutam para ganhar honradamente a sua vida.
(jornal de gaveta) Este site utiliza cookies para ajudar a disponibilizar os respetivos serviços, para personalizar anúncios e analisar o tráfego. As informações sobre a sua utilização deste site são partilhadas com a Google. Ao utilizar este site, concorda que o mesmo utilize cookies.
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
OS CUSTO DA CULTURA… E OS ESGOTOS DE LISBOA
1. Quem poderia imaginar que a cultura fosse tão cara?
A direcção da Fundação Guimarães Capital da Cultura 2012 custa a módica quantia de 600.000 euros por mês em salários, sendo 16.000 para a directora, perfazendo 8 milhões ao longo do mandato!
O governo e o seu ministro das finanças têm considerado “trocos” o que se pouparia com cortes nestes tipos de despesas. Porém, pela amostra acima e considerando os milhares de fundações e outras instituições supérfluas que proporcionam “jobs for the boys”, não parece que sejam “trocos” daqueles que se encontram no fundo do bolso. Seria, por certo, uma verba enorme a que se pouparia acabando com todas as entidades sem préstimo e com estas remunerações imorais. E não seria por uma vez. Seria ano após ano.
Quando o salário médio no país não vai além de cerca de 750 euros mensais e mais de dez por cento da população activa não tem emprego, em nome de qual saber ou competência se justificam os salários que, através desta fundação e de tantas outras entidades inúteis ou de utilidade duvidosa, o Estado paga a tanta gente?
2. Há dias recebi, da Câmara Municipal de Lisboa, uma factura devida pela conservação dos esgotos. E paguei, claro está, porque os esgotos são importantes para a vida e para a segurança na cidade.
Sei do descuido que há nas limpezas que são necessárias após os períodos de estiagem. Mas, mesmo assim, foi com alguma surpresa que vi a situação criada pelas fortes chuvas de hoje na Baixa de Lisboa onde as inundações atingiram áreas onde não era habitual que tal sucedesse.
O efeito das marés não se faz ali sentir e, por isso, apenas as consequências da falta de limpeza em sarjetas e outros equipamentos de drenagem podem justificar o que se passou.
Afinal paguei o quê?
A direcção da Fundação Guimarães Capital da Cultura 2012 custa a módica quantia de 600.000 euros por mês em salários, sendo 16.000 para a directora, perfazendo 8 milhões ao longo do mandato!
O governo e o seu ministro das finanças têm considerado “trocos” o que se pouparia com cortes nestes tipos de despesas. Porém, pela amostra acima e considerando os milhares de fundações e outras instituições supérfluas que proporcionam “jobs for the boys”, não parece que sejam “trocos” daqueles que se encontram no fundo do bolso. Seria, por certo, uma verba enorme a que se pouparia acabando com todas as entidades sem préstimo e com estas remunerações imorais. E não seria por uma vez. Seria ano após ano.
Quando o salário médio no país não vai além de cerca de 750 euros mensais e mais de dez por cento da população activa não tem emprego, em nome de qual saber ou competência se justificam os salários que, através desta fundação e de tantas outras entidades inúteis ou de utilidade duvidosa, o Estado paga a tanta gente?
2. Há dias recebi, da Câmara Municipal de Lisboa, uma factura devida pela conservação dos esgotos. E paguei, claro está, porque os esgotos são importantes para a vida e para a segurança na cidade.
Sei do descuido que há nas limpezas que são necessárias após os períodos de estiagem. Mas, mesmo assim, foi com alguma surpresa que vi a situação criada pelas fortes chuvas de hoje na Baixa de Lisboa onde as inundações atingiram áreas onde não era habitual que tal sucedesse.
O efeito das marés não se faz ali sentir e, por isso, apenas as consequências da falta de limpeza em sarjetas e outros equipamentos de drenagem podem justificar o que se passou.
Afinal paguei o quê?
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
E AGORA?
Não sou oráculo nem posso concorrer com os muitos “inteligentes” que por aí andam a prognosticar, na maioria das vezes o que nunca sucede…
Começa por me parecer estranho que, quando um pequeno valor separava os dois negociadores – dizem que na ordem de duzentos milhões de euros – o PS rompa as negociações de um modo inflexível e intransigente como disse Teixeira dos Santos.
E agora?
Teixeira dos Santos esforçou-se por justificar o injustificável, adoptando um tom jocoso e agressivo que não costumava ser seu timbre, enquanto apontava e repisava razões que não convencem ninguém. Foi deprimente!
Por sua vez, Passos Coelho não dirá muito mais até decidir que, por isto e aquilo – ele saberá o que e como dizer – vai abster-se porque se votar contra criará um problema em cuja resolução não tem modo de intervir pelo que, chumbar o OE seria agravar as circunstâncias que já estão tão más.
O seu compromisso para com o povo português, ao qual não pode pedir, de novo, desculpas por concordar com mais um PEC que o empobrece, será o de que, logo que os preceitos constitucionais o consintam, lhe proporá assumir a responsabilidade de reconduzir o país a uma rota de tranquilidade social e económica. Assim ele seja capaz.
Esperemos que seja!
Começa por me parecer estranho que, quando um pequeno valor separava os dois negociadores – dizem que na ordem de duzentos milhões de euros – o PS rompa as negociações de um modo inflexível e intransigente como disse Teixeira dos Santos.
E agora?
Teixeira dos Santos esforçou-se por justificar o injustificável, adoptando um tom jocoso e agressivo que não costumava ser seu timbre, enquanto apontava e repisava razões que não convencem ninguém. Foi deprimente!
Por sua vez, Passos Coelho não dirá muito mais até decidir que, por isto e aquilo – ele saberá o que e como dizer – vai abster-se porque se votar contra criará um problema em cuja resolução não tem modo de intervir pelo que, chumbar o OE seria agravar as circunstâncias que já estão tão más.
O seu compromisso para com o povo português, ao qual não pode pedir, de novo, desculpas por concordar com mais um PEC que o empobrece, será o de que, logo que os preceitos constitucionais o consintam, lhe proporá assumir a responsabilidade de reconduzir o país a uma rota de tranquilidade social e económica. Assim ele seja capaz.
Esperemos que seja!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O GOVERNO É INCOMPETENTE? PAGA O ZÉ POVINHO!
As coisas já não são o que eram. É o que se diz. E não são mesmo porque, entre outras, a intransigência e a inflexibilidade nunca foram as atitudes mais adequadas a uma negociação! Negociar é, ou costumava ser, procurar aproximações de interesses ou de pontos de vista, denominadores comuns, o que nunca se conseguirá sem transigências e sem flexibilidade.
Sendo assim, apenas posso concluir que o PS aceitou negociar para tentar envolver o PSD na tragédia que serão as consequências de um OE como o que o governo socialista apresentou e quer impor.
Mesmo assim e no princípio de que “do mal o menos”, foi pena que as negociações não tenham resultado por intransigência e inflexibilidade de um governo responsável pela situação que ditou as exigências dos “mercados” que, em consequência, terá de satisfazer.
Mas a verdade é que não se pode, por malabarismos cínicos, transformar um governo minoritário num governo omnipotente que não aceita alterar o que decide.
O pior é que, todos já o sentimos em ocasiões passadas, as medidas orçamentais não serão suficientes e, até mesmo, serão penhor de uma recessão que as tornarão cada vez mais necessárias e penosas, quem sabe se num efeito insuportável de “bola de neve”.
Que o orçamento se destina a satisfazer os mercados, já todos percebemos, mas daí a afirmar que é o único orçamento que o pode fazer vai uma enorme distância. Aos mercados não interessa de onde venha o dinheiro para equilibrar as contas que o governo deixou, escandalosamente, derrapar, se dos trabalhadores e contribuintes se das clientelas políticas de que os “boys” e os “lobbies” socialistas” são a face mais visível!
A escolha do governo foi simples: paga o Zé Povinho!
Por fim a ridícula afirmação de que é indispensável a aprovação, tal como está apresentado, do OE que a incompetência de um governo tornou necessário sob pena de grave crise política e financeira, só pode significar que a continuidade do governo só será perniciosa para Portugal.
Sendo assim, apenas posso concluir que o PS aceitou negociar para tentar envolver o PSD na tragédia que serão as consequências de um OE como o que o governo socialista apresentou e quer impor.
Mesmo assim e no princípio de que “do mal o menos”, foi pena que as negociações não tenham resultado por intransigência e inflexibilidade de um governo responsável pela situação que ditou as exigências dos “mercados” que, em consequência, terá de satisfazer.
Mas a verdade é que não se pode, por malabarismos cínicos, transformar um governo minoritário num governo omnipotente que não aceita alterar o que decide.
O pior é que, todos já o sentimos em ocasiões passadas, as medidas orçamentais não serão suficientes e, até mesmo, serão penhor de uma recessão que as tornarão cada vez mais necessárias e penosas, quem sabe se num efeito insuportável de “bola de neve”.
Que o orçamento se destina a satisfazer os mercados, já todos percebemos, mas daí a afirmar que é o único orçamento que o pode fazer vai uma enorme distância. Aos mercados não interessa de onde venha o dinheiro para equilibrar as contas que o governo deixou, escandalosamente, derrapar, se dos trabalhadores e contribuintes se das clientelas políticas de que os “boys” e os “lobbies” socialistas” são a face mais visível!
A escolha do governo foi simples: paga o Zé Povinho!
Por fim a ridícula afirmação de que é indispensável a aprovação, tal como está apresentado, do OE que a incompetência de um governo tornou necessário sob pena de grave crise política e financeira, só pode significar que a continuidade do governo só será perniciosa para Portugal.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A JUSTIÇA QUE TEMOS
Para além da redundância que é dizer que a Justiça portuguesa é lenta, o Conselho da Europa também diz que, em relação à média europeia, Portugal tem um número excessivo de juízes que, ainda por cima, auferem vencimentos excessivos, quatro vezes a média nacional. Parece um contra-senso mas é o que temos. E não seria necessário o Conselho da Europa dizê-lo pois de tudo isto nós já sabíamos.
Por tudo isto é natural, pois, que a Justiça em Portugal seja cara, fora do alcance de muitos que a ela necessitariam de recorrer para defender interesses e direitos que são muito seus e alguém não respeitou. Por vezes o próprio Estado!
E quando tanto se fala do Estado Social, da saúde e do ensino gratuitos, teremos de falar da Justiça cara à qual, por ser assim, apenas poucos podem ter acesso. Em consequência, eu pergunto que Estado Social é este que não contempla a Justiça como um direito de todos e que, por isso e tal como os outros, deveria ser “tendencialmente gratuito”!
Mas descendo à Terra, a este mundo em que vivemos, a esta crise sem fim que, por incompetência de quem governa, obriga a sacrifícios cada vez maiores, a pergunta certa talvez seja: quando reconheceremos que não é a fazer vida de rico que poderemos garantir uma vida sem as carências generalizadas que fazem com que “meio mundo” quase não disponha de meios para viver condignamente?
Por tudo isto é natural, pois, que a Justiça em Portugal seja cara, fora do alcance de muitos que a ela necessitariam de recorrer para defender interesses e direitos que são muito seus e alguém não respeitou. Por vezes o próprio Estado!
E quando tanto se fala do Estado Social, da saúde e do ensino gratuitos, teremos de falar da Justiça cara à qual, por ser assim, apenas poucos podem ter acesso. Em consequência, eu pergunto que Estado Social é este que não contempla a Justiça como um direito de todos e que, por isso e tal como os outros, deveria ser “tendencialmente gratuito”!
Mas descendo à Terra, a este mundo em que vivemos, a esta crise sem fim que, por incompetência de quem governa, obriga a sacrifícios cada vez maiores, a pergunta certa talvez seja: quando reconheceremos que não é a fazer vida de rico que poderemos garantir uma vida sem as carências generalizadas que fazem com que “meio mundo” quase não disponha de meios para viver condignamente?
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
DEIXAR MORRER OU REESTRUTURAR?
Que, sem dúvida, teremos de cortar em algumas despesas sociais porque o país não tem dinheiro, foi o que, em suma, registei da última intervenção que ouvi do ministro das finanças.
Obviamente, sem dinheiro que o suporte, o Estado Social está condenado ao fracasso, por mais méritos que lhe sejam reconhecidos.
Há muito tempo, que se conta por dezenas de anos, já o “Estado Social” era causa de preocupações, entre as quais a da sua sustentabilidade a prazo. Num artigo de opinião que então li, dizia o autor que o problema deveria começar a ser debatido e resolvido enquanto não surgissem problemas sérios para evitar que, mais tarde, nos confrontássemos com alguns impossíveis de resolver.
Não era um político que manifestava tais preocupações. Aliás, jamais me dei conta de algum político que, em matéria de previsões, conseguisse ver muito além do seu nariz! Pelo contrário, era um desses estudiosos preocupados a quem os políticos nunca prestam atenção e chamam visionários.
Não tenho dúvidas de que o ministro das finanças falava muito a sério ao dizer o que disse, ainda que, com isso, esquecesse as críticas que o governo a que pertence fez ao PSD, acusando-o de querer, com a sua proposta de revisão constitucional, “destruir o Estado Social”.
É aqui que se me coloca a questão: deixar morrer ou reestruturar antes que tal suceda?
Estou de acordo com os que consideram o OE apresentado pelo governo como uma manta de retalhos, muito longe de ser um plano de futuro como deveria ser, com objectivos definidos em função dos efeitos das medidas tomadas, tal como estou de acordo com os que consideram definitivamente urgente saber quais as razões que ditaram o estado das finanças públicas que exige tão drásticas e descuidadas medidas.
É hora de exigir responsabilidades a quem as tenha, porque este é um caso perante o qual qualquer “freeport” ou “face oculta” não passa de um caso menor.
Obviamente, sem dinheiro que o suporte, o Estado Social está condenado ao fracasso, por mais méritos que lhe sejam reconhecidos.
Há muito tempo, que se conta por dezenas de anos, já o “Estado Social” era causa de preocupações, entre as quais a da sua sustentabilidade a prazo. Num artigo de opinião que então li, dizia o autor que o problema deveria começar a ser debatido e resolvido enquanto não surgissem problemas sérios para evitar que, mais tarde, nos confrontássemos com alguns impossíveis de resolver.
Não era um político que manifestava tais preocupações. Aliás, jamais me dei conta de algum político que, em matéria de previsões, conseguisse ver muito além do seu nariz! Pelo contrário, era um desses estudiosos preocupados a quem os políticos nunca prestam atenção e chamam visionários.
Não tenho dúvidas de que o ministro das finanças falava muito a sério ao dizer o que disse, ainda que, com isso, esquecesse as críticas que o governo a que pertence fez ao PSD, acusando-o de querer, com a sua proposta de revisão constitucional, “destruir o Estado Social”.
É aqui que se me coloca a questão: deixar morrer ou reestruturar antes que tal suceda?
Estou de acordo com os que consideram o OE apresentado pelo governo como uma manta de retalhos, muito longe de ser um plano de futuro como deveria ser, com objectivos definidos em função dos efeitos das medidas tomadas, tal como estou de acordo com os que consideram definitivamente urgente saber quais as razões que ditaram o estado das finanças públicas que exige tão drásticas e descuidadas medidas.
É hora de exigir responsabilidades a quem as tenha, porque este é um caso perante o qual qualquer “freeport” ou “face oculta” não passa de um caso menor.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
ERRADICAR A POBREZA: COMO PRETENDEM A UNIÃO EUROPEIA E A ONU FAZE-LO?
Neste Ano Europeu da Luta contra a Pobreza e Exclusão Social cumpriu-se, em 17 de Outubro, o Dia Internacional para Erradicação da Pobreza.
É pena que em problemas tão humanos, de tamanha importância e de todos os momentos, se dedique um dia ou um ano que seja para pensar neles, assim a modos de uma desobriga.
A pobreza é algo de terrível de que a Humanidade se devia envergonhar pelas estatísticas de horrores que lhe estão associadas.
Em todo o mundo a pobreza é uma realidade que, em algumas regiões do Globo, é a situação mais comum.
Aqui ficam alguns números relativos às pobreza num mundo habitado por cerca de 7.000 milhões de pessoas:
• 24.000 pessoas morrem de fome a cada dia que passa;
• Mais de 1.000 milhões de pessoas vivem na pobreza extrema, das quais a maioria são mulheres;
• Mais de 1.800 milhões de seres humanos não têm acesso a água potável;
• Mais de 1.000 milhões de pessoas não têm casa minimamente digna;
• Quase 1.000 milhões de pessoas estão mal nutridas, das quais 200 milhões são crianças com menos de 5 anos de idade;
• 2.000 milhões de pessoas sofrem de anemia por carência de ferro;
• Quase 1.000 milhões de pessoas não têm acesso a serviços básicos de saúde;
• 2.000 milhões de pessoas não têm acesso a medicamentos essenciais.
Mais desgraças se poderiam acrescentar a este rol já tão negro.
São louváveis os esforços de quantos a este problema se dediquem para o tentar minorar, mas não podem restar dúvidas de que todos os indicadores vão no sentido de, globalmente, se tornar cada vez maior.
É pena que em problemas tão humanos, de tamanha importância e de todos os momentos, se dedique um dia ou um ano que seja para pensar neles, assim a modos de uma desobriga.
A pobreza é algo de terrível de que a Humanidade se devia envergonhar pelas estatísticas de horrores que lhe estão associadas.
Em todo o mundo a pobreza é uma realidade que, em algumas regiões do Globo, é a situação mais comum.
Aqui ficam alguns números relativos às pobreza num mundo habitado por cerca de 7.000 milhões de pessoas:
• 24.000 pessoas morrem de fome a cada dia que passa;
• Mais de 1.000 milhões de pessoas vivem na pobreza extrema, das quais a maioria são mulheres;
• Mais de 1.800 milhões de seres humanos não têm acesso a água potável;
• Mais de 1.000 milhões de pessoas não têm casa minimamente digna;
• Quase 1.000 milhões de pessoas estão mal nutridas, das quais 200 milhões são crianças com menos de 5 anos de idade;
• 2.000 milhões de pessoas sofrem de anemia por carência de ferro;
• Quase 1.000 milhões de pessoas não têm acesso a serviços básicos de saúde;
• 2.000 milhões de pessoas não têm acesso a medicamentos essenciais.
Mais desgraças se poderiam acrescentar a este rol já tão negro.
São louváveis os esforços de quantos a este problema se dediquem para o tentar minorar, mas não podem restar dúvidas de que todos os indicadores vão no sentido de, globalmente, se tornar cada vez maior.
Subscrever:
Mensagens (Atom)