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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
PROMESSAS PARA NÃO CUMPRIR
Compreendo que Seguro, o herdeiro de Sócrates no comando do partido socialista, lute por um lugar ao Sol, por um sucesso político que não se afigura fácil nos tempos mais chegados. Mas o que não está certo é que com o que diz, como na sua última mensagem, Seguro desmotive os portugueses da luta que pelo governo do seu partido lhes foi imposta e da qual depende o seu futuro, garantindo-lhes que os sacrifícios que lhes são pedidos são excessivos, bem maiores do que os que ele lhes pediria se fosse primeiro ministro.
Declara-se contrário à política de austeridade do governo, afirmando que, em vez dela, a “sua” promoveria o emprego e o crescimento económico.
Todos sabemos como, na oposição, é fácil criticar quem governa e como é irresponsável, nestas condições, afirmar que se faria melhor. Fazer promessas pelas quais nunca lhes serão pedidas contas é, afinal, a atitude dos pedantes inferiorizados porque sabem que não poderão ser confrontados com uma realidade que nunca acontecerá. Habitual é, também, tais “vendedores de ilusões” não esclarecerem como fariam os “milagres” dos quais se dizem capazes. Obviamente, Seguro também o não esclarece nos lugares comuns que utiliza nas suas messiânicas afirmações!
A razão é simples: os milagres não acontecem nestas circunstâncias e a recuperação dos estragos que o governo socialista fez não se consegue em pouco tempo nem sem grandes sacrifícios, como qualquer análise razoável leva a concluir. Infelizmente!
Li que o Economist Intelligence Unit baixou o nível da democracia em Portugal que terá passado de plena para incompleta. Independentemente dos parâmetros em que o Economist se baseie para nos colocar a par de muitos outros países europeus neste domínio, por conta das medidas de austeridade, achei injusta a desqualificação porque, como está patente no que Seguro diz, o disparate continua a ser livre!
Por muito que me custe, porque pertenço ao número dos atingidos por todas as medidas de austeridade, reconheço que ela se tornou inevitável durante algum tempo, mas disso não poderei, pelo menos por agora, culpar quem a gere porque ainda é cedo demais e não esqueço à conta de quem a sofro.
Não deveria Seguro ler a cartilha do seu antecessor que continua a ser guião para alguns dos seus correligionários, porque tem a obrigação de saber que as dívidas são para pagar, nesta contingência a tempo e horas, porque ninguém dá crédito a caloteiros.
Espero pelos resultados para poder verificar se os sacrifícios que me impõem realizam a expetativa de quem tem a ambição de curar-se o mais rapidamente possível do mal que lhe impuseram, nunca esquecendo, como a experiência o mostra, que quem se cura não se regala! Ainda não é tempo para fazer a avaliação.
OS SETE MIL MILHÕES E A POBREZA
(publicado no número de Dezembro do Notícias de Manteigas)
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Neste momento em que escrevo, o evento mais em foco é, sem dúvida, o astronómico número de sete mil milhões de seres humanos que habitam este nosso Planeta!
É um momento especial. Tanto que a ONU decidiu fazer dele um marco, definindo o dia e até o indivíduo que passariam à História como o momento em que a população mundial atingiu aquele número e a pessoa que o fez atingir, ainda que de um modo simbólico pois é impossível dizê-lo de ciência certa.
Foi escolhida uma menina das Filipinas, numa zona pobre de natalidade elevada.
Neste momento significativo na História do nosso mundo, a necessidade de uma reflexão levou-me a adiar, uma vez mais, a crónica sobre os “recursos naturais” que já havia anunciado. Desculpo-me por isso, mas são inúmeros os pensamentos que me assaltam perante este gigantesco número de pessoas que não pára de crescer. O que significa e o que prenuncia?
Além dos poucos mais de dois mil milhões que éramos quando nasci, a população deste nosso mundo cresceu cinco mil milhões ao longo da minha vida. Mais do que triplicou e, a crescer a este ritmo, talvez eu possa estar ainda presente quando a ONU anunciar o habitante oito mil milhões! Ou talvez não, sabe-o Deus.
O mundo não teria mais de trezentos milhões de pessoas quando Portugal nasceu nem mais de quinhentos milhões quando se lançou na aventura dos descobrimentos, quando Bartolomeu Dias dobrou o Cabo das Tormentas, Vasco da Gama chegou à Índia, Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, Fernando Magalhães deu a volta ao mundo e não mais do que metade deste número seria o dos habitantes da Terra quando Cristo andou pela Palestina. Era uma evolução muito lenta a da população humana, uma “evolução primitiva” que passou a crescer mais no Século XVIII depois da Revolução Industrial que teve o seu início quando não seríamos mais de 800 milhões espalhados por um mundo então imenso. Foi o início de uma “revolução demográfica” que se acentuou depois do início do Século XX. Mas foi depois da Segunda Guerra Mundial, quando grandes avanços tecnológicos e de planeamento fizeram crescer, ainda mais, a indústria que a dinâmica demográfica que se intensificou e fez a população do mundo passar de cerca de dois mil e quinhentos milhões para um pouco mais seis mil milhões no início do Século XXI. A partir de então, apenas onze anos bastaram para sermos sete mil milhões. Uma autêntica “explosão demográfica” que reduz o mundo, antes imenso, às dimensões da aldeia global em que se tornou!
Tudo acontece demasiadamente rápido, sem tempo para entender para onde caminhamos, pois falta tempo neste tempo que passa tão veloz. O certo é que a população mundial não pode continuar a crescer indefinidamente e, com ela, outros números que, de perto, a acompanham. É, pois, inevitável que este crescimento vertiginoso volte a colocar uma questão que há dezenas de anos já provocou, de diversos cientistas, uma chamada de atenção que o estrondo do crescimento económico imparável não deixou que fosse ouvida. Agora está provada a razão que tinham, pelo que as circunstâncias exigem uma renovada atenção para a capacidade de suporte do Planeta, o que não é mais do que o problema de futuro que tento abordar no que escrevo sobre solidariedade, sobre ambiente, sobre recursos naturais.
É o futuro dos nossos filhos e netos que está em causa, bem como de outros mais distantes de nós, seja no espaço ou no tempo, porque também são o “semelhante” com quem nos devemos preocupar. Um estudo sério se impõe a partir deste momento em que tanta desigualdade há no mundo e tantas dificuldades a Humanidade enfrenta, problemas que, pelo caminho que trilhamos, tornam a esperança de erradicação da pobreza cada vez mais ténue.
No ano 2000, investigadores da Universidade das Nações Unidas concluíram que 2% dos mais ricos do mundo detinham mais de metade da riqueza mundial, dos quais 499 possuíam, cada um, mais de mil milhões de dólares! Em contrapartida, mais de 40% da população mundial vive em condições de grande pobreza, metade da qual dispõe de muito menos de um euro por dia para viver, se esta for a palavra certa para definir o calvário de tal gente. Esta situação é inaceitável e, mais do que isso, insustentável e perigosa. Um problema de que o Homem deveria tomar conta antes de a Natureza ter de o fazer.
Será a simples redistribuição da riqueza existente, como alguns demagogos apregoam, a solução para estas desigualdades profundas? Não é, com certeza, e afirmá-lo não passa de um erro grave e de um equívoco perigoso!
Para além dos falhanços históricos dos que tentaram fazer igual o que não é, dos que quiseram impor pela lei o que só depende da vontade e dos que proclamaram como direitos o que apenas o esforço e a competência podem proporcionar, a abissal diferença entre os muito poucos que têm demais e os tantos que quase nada têm, torna evidente que tudo quanto os ricos possuam nunca será bastante para proporcionar a vida digna que todos merecem ter. A solução para acabar com a pobreza terá de ser outra, diferente da que os atuais modelos económico e político consentem.
De fracasso em fracasso, as alternativas foram-se esgotando e é cada vez mais óbvio que as que restam não passam de expressões recicladas de outras tantas vezes falhadas também. Por isso, outro paradigma terá de ser adoptado porque novos problemas se perfilam na série de dificuldades que temos de enfrentar em consequência dos desequilíbrios que causamos com a intervenção, cada vez mais agressiva, nos processos naturais cujo ritmo é, desde há muito, insuficiente para as necessidades de uma economia que sempre precisa de mais para não morrer. Nesta contradição de ir crescendo a exaurir o que necessita para crescer, a economia não consegue combater a pobreza que aumenta com os habitantes do Planeta e, apenas por instantes, a caridade pode mitigar. As ações com que tantos procuram ajudar os mais necessitados não fazem parte da filosofia político-económica que estrutura o nosso modo de viver. Por isso, aqueles aos quais oferecemos apoio caridoso ficam mais aconchegados no momento em que o recebem mas, depois, continuam tão pobres como eram.
Desta pobreza persistente se alimenta o consumismo que faz da necessidade de sobreviver a razão para a explorar e, a preços que não pagam o sofrimento que lhe causa, vender o que produz àqueles que dizem querer erradicá-la!
Curiosa a vida neste Planeta sobrelotado, cujo futuro não é fácil de prever porque depende de criaturas tão estranhas e imprevisíveis como são as que têm a tola pretensão de o dominar.
***
Mais um Natal está a chegar e mais um tempo de evocação do amor será aclamado. Mas outro Carnaval depressa chegará e fará a vida voltar ao que era antes.
Nesta roda viva acelerada, mas na esperança de melhores dias, a todos desejo um Feliz Natal com Missa do Galo, mesa farta e muita alegria.
Rui de Carvalho
31 de outubro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
GRANDEZA DA ALMA LUSITANA
Apesar dos poucos que então éramos, a nossa grandeza de alma levou-nos à descoberta do mundo. E, como disse o grande Poeta, fomos “inda além da Taprobana”.
Deixámos gente e cultura por todos os cantos do mundo! Fizemos com que a língua falada num pequeno pedaço de terra se tornasse uma das mais faladas em todo o mundo e, assim, levámos a alma lusitana a povos que a Europa desconhecia.
“Dar novos mundos ao mundo” tornou-se num encargo histórico que ainda hoje se mantém e com o nosso empenhamento terá de continuar.
Assim nos tornámos um povo de emigrantes, o que uma grandeza de alma maior do que o território que a alberga tornou inevitável.
E fomos emigrantes desde então. Desde então nos espalhámos pelo mundo onde afirmamos o orgulho da nossa nacionalidade.
Apenas um equívoco lamentável nos fez pensar que, em vez disso, fossemos um povo de acolhimento.
Agora, a realidade é a verdade das coisas e, por ventura ou desventura de um povo com uma alma enorme, voltámos a ser emigrantes. Emigrar voltou a ser a solução que para alguns não tem alternativa.
É duro deixar a terra onde se nasceu, mas mais duro é não encontrar nela uma razão forte para viver. É o destino de um povo que chorou lágrimas que mais salgaram o mar, é a força de um povo que consegue impor-se em qualquer parte do mundo.
Não fiquei imune à necessidade de emigrar, eu próprio ou outros meus descendentes, e não vi nisso uma desgraça.
Lamento os que vejam nessa necessidade um flagelo, mas mais lamento que, “alegremente”, se digam baboseiras como “nem Salazar mandou os portugueses emigrar”! Pois não, eles emigravam mesmo assim.
Que desejam os que incitam à revolta com frases como “este governo não pode continuar?” Dizem-se democratas? Pois não parece porque foi um governo eleito pelo povo, tal como o que o antecedeu e ninguém derrubou, apesar dos seus erros. Foi ele que se arredou.
Acho que há portugueses que o não merecem ser!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O CINISMO DO POLITICAMENTE CORRETO!
Eu não o escutei diretamente, mas já li e ouvi que Passos Coelho terá aconselhado os professores sem emprego a emigrar porque há muita falta de professores em diversos países de língua portuguesa. Foi um conselho, uma sugestão? Não sei.
O que o homem foi dizer, Santo Deus, neste país de cínicos politicamente corretos que preferem ser enganados a ouvirem as verdades.
Portugal sempre foi um país de emigrantes porque, pequeno, bastante povoado e mal gerido como tem sido, os portugueses tiveram de se ir espalhando pelo mundo onde constituíram colónias por vezes muito numerosas e onde têm mostrado o valor que parece não terem na sua Terra.
Será correto um primeiro ministro aconselhar os seus concidadãos a emigrarem? Se o país não tem, de momento, condições para proporcionar trabalho a todos, a emigração sempre foi a solução. Os portugueses sabem-no bem. Ainda para mais, numa profissão em que os educandos são cada vez menos e os educadores cada vez mais, quais serão as soluções? Para mim haverá duas, mudar de profissão ou emigrar! Era o que eu faria.
Ao contrário de mim muita gente pensará que se deveriam inventar escolas e alunos ou até, que o primeiro ministro deveria dizer: esperem umas dezenas de anos porque nós vamos adoptar uma política de repovoamento do país e, então, teremos mais alunos e precisaremos de mais professores! Que idiotice.
Pode parecer duro falar assim e até o é para aqueles que se vejam nestes apuros, mas se o país não tem como garantir trabalho a todos e, pelo contrário, o desemprego ainda poderá aumentar, qual solução o governo poderá tirar da manga como um mágico tira um coelho da cartola? Governar não é magia e, nem sequer, a ilusão, em que anteriores governos nos (des)governaram.
Andámos anos e anos a ouvir um primeiro ministro a criticar o “discurso da tanga”, chegando a afirmar que parecia que apenas ele puxava pelo país. Os resultados estão à vista. O socialismo, para fazer crer que o é, exauriu os recursos financeiros do país que hipotecou, deixando para as futuras gerações pagarem as pesadas dívidas que contraiu.
É tempo, mais do que tempo de a linguagem política não ser a politicamente correta para passar a ser a linguagem da verdade, para que as circunstâncias nos não apanhem desprevenidos.
Deveríamos era perguntar que governos foram os que, sempre com linguagem e atitudes politicamente corretas, deixaram o país ficar com falta de médicos, com um tremendo excedente de professores e, no final de tudo isto, sem dinheiro?
Os médicos, aos quais os contribuintes pagaram a formação, fazem greve contra o povo que lhes paga, os maquinistas da CP fazem greve contra o povo que quer deslocar-se para trabalhar ou seja para o que for e os eternos do contra agitam-se para clamar contra um primeiro ministro que utilizou uma linguagem de verdade. Não será por isso que o criticarei porque é de verdade que necessitamos.
Mas ganhámos este mau hábito do faz de conta e preferimos o politicamente correto.
Se fazer greve enchesse barrigas...
domingo, 18 de dezembro de 2011
O VELHO O RAPAZ E O BURRO
Não me recordo se era indicado o autor, mas lembro-me bem de um texto que julgo ser da minha terceira classe e contava a história de um velho que, um dia, resolve ir à cidade com o seu neto. Partindo do monte onde viviam, lá se meteram ao caminho os dois, levando consigo o inseparável burro.
Chegados à cidade logo começam os reparos. Uns criticam o velho porque a criança vai a pé e o burro folgado, outros entendem que deveria ser o velho a sentar-se no burro em vez do miúdo que tem melhores pernas e por aí fora, cada um criticando, como lhe apetecesse, um velho, um rapaz e um burro!
Cada cabeça sua sentença, cada qual faz a sua crítica, como se o seu modo de ver fosse o melhor. Alguns falariam apenas por falar.
É o que me parece que sucede neste país onde se reconhece a necessidade do dinheiro que os nossos excessos nos obrigaram a pedir a outros mas se entende não se deveria pagar por ele, onde se vive a austeridade que a nossa pobreza impõe mas se exige o nível de vida a que uma falsa riqueza nos habituou.
Queira Deus que, a continuar assim, não tenhamos de levar o burro às costas!
sábado, 17 de dezembro de 2011
VERBORREIA
Num e_mail que me enviaram vinha, entre outras, uma imagem deliciosa que um artista que desconheço pintou com um muito singular sentido de humor. Não resisti à tentação de a reproduzir aqui com uma profunda vénia ao seu desconhecido autor.
É muito atual esta crítica que a imagem faz à verborreia de centenas e centenas de “cabecinhas pensadoras” que, para além de falarem, nada fazem.
Passam-me pela cabeça as imagens de tantos palradores que, cheios de empáfia, debitam sentenças sobre o que está mal, sem dizerem porque, e sobre o que deveria ser feito, sem nunca dizerem como.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O CINISMO, A HIPOCRISIA E AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS...
Por mais que se possa dizer que a conferência de Durban sobre as alterações climáticas foi um êxito, a verdade é que não foi. O cinismo, a hipocrisia, o egoísmo e mais umas quantas características próprias do Ser Humano impedem as soluções que poderiam minimizar os nefastos efeitos de um problema grave que a atividade económica agrava ainda mais.
O Canadá que havia assinado o Protocolo de Quioto mas que, desde há anos, não cumpria os preceitos a que se obrigou, denunciou publicamente o protocolo considerando-o uma via inadequada para o problema!
Egoistamente e de modo inequivocamente cínico, o Canadá evita, deste modo, pagar milhares de milhões de euros de multas devidas pelo seus incumprimentos ao mesmo tempo que do efeito do aumento de temperatura espera tirar vantagens com a redução significativa da sua superfície gelada. Não leva em conta os desequilíbrios que tal causará a nível mundial e os prejuízos que tal causará a inúmeros países, alguns dos quais terão extensas áreas desertificadas e outros desaparecerão submersos!
Por seu lado, a China, agora a segunda maior economia mundial e cada vez mais produtora de gases de estufa que majorarão o problema sem se sujeitar a multas porque não subscreveu o protocolo de Quioto, critica a atitude canadense!
Os estados Unidos, o maior poluidor do ar e não subscritor do protocolo, continuam a constituir-se o polícia do mundo, com atitudes de defesa da democracia que, contudo, não têm em consideração os direitos dos que são prejudicados pela poluição aérea que causam.
Alguém acreditará que o Homem é um ser inteligente que sabe prever e prevenir as catástrofes que o podem aniquilar?
O Canadá que havia assinado o Protocolo de Quioto mas que, desde há anos, não cumpria os preceitos a que se obrigou, denunciou publicamente o protocolo considerando-o uma via inadequada para o problema!
Egoistamente e de modo inequivocamente cínico, o Canadá evita, deste modo, pagar milhares de milhões de euros de multas devidas pelo seus incumprimentos ao mesmo tempo que do efeito do aumento de temperatura espera tirar vantagens com a redução significativa da sua superfície gelada. Não leva em conta os desequilíbrios que tal causará a nível mundial e os prejuízos que tal causará a inúmeros países, alguns dos quais terão extensas áreas desertificadas e outros desaparecerão submersos!
Por seu lado, a China, agora a segunda maior economia mundial e cada vez mais produtora de gases de estufa que majorarão o problema sem se sujeitar a multas porque não subscreveu o protocolo de Quioto, critica a atitude canadense!
Os estados Unidos, o maior poluidor do ar e não subscritor do protocolo, continuam a constituir-se o polícia do mundo, com atitudes de defesa da democracia que, contudo, não têm em consideração os direitos dos que são prejudicados pela poluição aérea que causam.
Alguém acreditará que o Homem é um ser inteligente que sabe prever e prevenir as catástrofes que o podem aniquilar?
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