Sempre foi e será assim quando as coisas se pensam a um nível rasteiro como é este de despachar o treinador que não consegue resolver, no campo e no balneário, os problemas que, a outros níveis, se vão gerando.
É por demais evidente a situação de descalabro que se vive no Sporting, onde uma direcção que já nem consegue disfarçar as suas mais pequenas preocupações, quanto mais os enormes problemas de sobrevivência com os quais diariamente se debate e são as causas profundas do clima de intranquilidade que não permite aos atletas a calma e o discernimento indispensáveis às boas prestações. Porque os atletas não são autómatos nem máquinas a quem se pede para ir, sem ter de ser dito por onde nem para onde!
Por isso, parece que mais uma vez se tentará resolver os problemas arrancando a crosta ao furúnculo em vez de lhe extrair o pus.
O erro do Sá Pinto, um sportinguista que não merece os enxovalhos por que o fazem passar, a menos algumas declarações que um certo desnorteamento lhe inspira, foi ter deixado que o seu coração de leão falasse mais alto do que a sua inteligência que, certamente, lhe diria que, para além do choque psicológico que sempre surte alguns efeitos, nada mais resultaria da substituição de Domingos.
Sá Pinto sabe, com certeza, que sem um projecto claro e determinado de futuro, um projecto que, dos pés à cabeça, reestruture o Sporting, o nosso Clube jamais recuperará a grandeza de outrora, aquela que, por ser tão grande, ainda lhe consegue granjear um lugar que os actuais méritos não justificam.
Mudou a alma sportinguista, mudou a chama que a aquecia, esgotou-se o orgulho de ser e a alegria de vencer! Só pode ser outro o Sporting que resulta de tanta coisa que mudou.
Agora é um Sporting de palavras e não de feitos, este que, apesar de tudo, continuamos a trazer no coração. Mas é um Sporting doente e conformado este que, desde há anos, os seus “donos” continuam a desejar que seja!
Não se deram conta, ainda, de que o seu tempo passou, de que as práticas bondosas do João Semana já não bastam para manter vivo o doente e, menos ainda, se aperceberam de que há, também, quem se aproveite do seu Sporting.
As evidências são tais que já não há, para além de mentiras, argumentos que possam justificar que seja mantido o estado comatoso em que o Sporting se encontra.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
OS RIDÍCULOS
Procurei
nos tempos da minha juventude algo que se adaptasse ao que se passa
neste país que, a cada dia que passa, se transforma num barulhento e
ridículo folclore de apressados que correm atrás do poder que
julgam estar alí já à mão.
As
atitudes comedidas parecem ter deixado de ter lugar e a “revolta”
contra o infortúnio que nos pudesse tornar decididos e fazer
vencedores foi subsituída por uma frente comum contra um “governo
de gatunos” que nos retira “conquistas” tão duramente
alcançadas e, não contente com isso, nos aumenta os impostos.
Perante
uma incompreensível passividade de Passos Coelho que parece desaparecido,
desdobram-se os incitadores da revolta que em tudo descobrem as
melhores razões para acusar um governo que ainda não atinou com a
melhor maneira de desfazer o nó cego que de outros governos herdou.
Num
país onde apenas a caridade evita que muitos já morram de fome, a
ostentação de riqueza ainda não passou de moda e parece impune aos
rigores deste tempo de vacas magras que vivemos, o que faz deles um
exemplo óbvio das atrocidade que, por aqui, se fazem.
Além
disso, uma comparação entre o que causou as dívidas que permitiram
dar ao país uma ideia de riqueza que não existe mas pela qual
prometeu o que não podemos ter e até fez tanta obra da qual nem
ttínhamos necessidade e aquele que, chamado à pedra pelos credores, tem agora
de pagar as dívidas contraídas nesse leviano festim, o antipático
e ladrão só pode ser este que tem de nos fazer notar que o tempo
das vacas gordas acabou e, em seu lugar, ficou uma dívida enorme
cujo pagamento nos exigem!
O
que será mais fácil de explicar àquele a quem o Estado pede o que
precisa: que está a contribuir para a restauração do país ou que
o estão a roubar? A resposta é óbvia e disso muitos pretendem retirar as vantagens que as suas inconcebíveis ideias e propostas lhes não granjeam.
Num
país onde quase toda a gente se habituou a não ter de resolver os seus
problemas porque "isso compete ao Estado", é fácil chamar gatunos aos
que não fazem o que, por absoluta falta de meios, não podem fazer. Tornou-se evidente que fazê-lo, apenas apressa situações de carência como a que vivemos e nos torna mais do que dependentes de uma solidariedade que na Europa não existe e nos país se torna cada vez mais difícil.
“Os
Ridículos”, um jornal humorístico do qual ainda me lembro dos
meus tempos de rapaz, contava estas coisas com muita graça, fazendo
do humor a arma mais terrível contra os desmandos praticados.
E
puz-me a pensar o que publicariam eles hoje, neste dia em que
Francisco Louçã e Jerónomo de Sousa vão aparecer de mãos dadas
no Parlamento e com os seus votos que os dedeos do corpo humano quase
bastam para contar, vão propor uma Moção de Censura ao Governo,
numa atitude patética que uma prática democrática de quase
quarenta anos já não deveria gerar.
Entretanto,
as questões importantes ficam por tratar.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
EQUIDADE NA AUSTERIDADE
Desde que as primeiras medidas
duras de austeridade foram tomadas, a equidade tem sido muito invocada. E bem,
porque todos, independentemente das suas possíveis culpas, devem contribuir
para o resgate de Portugal. Todos, de modo justo e equitativo, porque se algum
dolo existiu oportunamente deverá ser julgado da forma que lhe for própria,
política ou juridicamente.
Foi na base de princípios de
equidade que o Tribunal Constitucional considerou inconstitucional o corte dos
subsídios de férias e de Natal apenas a funcionários públicos e a reformados,
medida que o governo teve de substituir por outra ou outras que garantissem
idêntica arrecadação de receitas ou mesmo mais, porque a "crise" sempre pede mais.
A equitatividade envolve, porém, aspectos
mais dos que correspondem aos salários e seus cortes, porque há benefícios
específicos, salários médios, estabilidade de emprego, regalias especiais e
outros que devem ser consideradas e fazem desta sociedade portuguesa uma manta
de retalhos de situações díspares que, num regime democrático não deviam
existir. Neste aspecto, há entre os trabalhadores públicos e privados enormes
diferenças a considerar, assim como existem, em cargos políticos, benefícios e
regalias que, perante as situações de dificuldade da maioria dos portugueses
não fazem qualquer sentido ou são, mesmo, afrontosos da dignidade humana que
a todos os cidadãos honrados e no pleno uso dos seus direitos deve ser garantida.
Por exemplo, são agressivos da
justiça social alguns dos subsídios, as condições de remuneração e de reforma,
além de outras regalias muito especiais de que os deputados dispõem, especialmente
escandalosos quando se trata dos representantes de um povo sufocado por uma
austeridade cada vez mais severa. Onde estão as condições que lhes permitem avaliar
a dureza de vida daqueles cujos interesses e direitos devem defender no
Parlamento?
São, por demais óbvias as
vantagens de ex-governantes que, apenas porque o foram, têm “valores de mercado”
que muito boa gente bem mais competente não tem. Serão os governantes, sem
qualquer dúvida, os mais competentes deste país? Se, como se diz, pelo fruto se
conhece a árvore, nem me parece que sejam.
São injustificáveis as regalias concedidas
a ex-Presidentes da República que, reformados, jubilados ou seja o que for, não
deviam ter mais do que as que aos cidadãos comuns são devidas e que, em período
de austeridade como o que vivem, lhes pagam com enorme dificuldade. Outra situação
afrontosa que o cada vez maior número de pobres deste país não consegue
entender.
São, inquestionavelmente, excessivos
os custos do Governo, da Assembleia da República e da Presidência da República
que a racionalidade e o pudor deveriam tornar compatíveis com os já muitos
rasteiros rendimentos dos cidadãos em geral.
A crise tornou Portugal num país de meninos de ouro e de meninos de lata que, por isso, a crise não trata de modo equitativo porque, num país que apregoa a igualdade, nem todos são assim tão iguais,
A crise tornou Portugal num país de meninos de ouro e de meninos de lata que, por isso, a crise não trata de modo equitativo porque, num país que apregoa a igualdade, nem todos são assim tão iguais,
Há, obviamente, muitas questões
de equidade que ainda não foram consideradas e o deveriam ser cada vez que se pedem sacrifícios como este "aumento brutal de impostos" que um ministro monocórdico, sem surpresa para ninguém, anunciou.
Por último (e porque não hei-de
preocupar-me com o que me dói) porque pode os Estado reter o que lhe não
pertence nem alguma vez pertenceu, como o são os descontos reais que os
trabalhadores da actividade privada lhe entregaram e deve ser restituído como uma reforma? Onde está a confiança que deveríamos ter na Pessoa de Bem que o Estado devia ser?
terça-feira, 2 de outubro de 2012
A GRANDE CONFUSÃO
Este
é um país completamente baralhado, com um governo mudo, com demasiada gente a dizer que está mal feito mas sem dizer como se deve fazer, com um Arménio a percorrer o
país inteiro para desinformar e crispar o pessoal e muitos, muitos
comentadores a dizer mal de tudo isto, a maioria dos quais se esquece
que não estamos sozinhos no mundo e que, por isso, o que se passa lá
por fora também tem consequências cá dentro. Mas o morango no topo do bolo é uma
dupla fantástica, Jerónimo-Louçã, que, numa de bota abaixo,
porque não tem soluções como diz ter, decidiu forçar o caos
político. De Seguro nem vale a pena falar porque, por mais que se ponha em bicos de pés, ninguém consegue vê-lo.
São
demasiados os assuntos que por aí correm em comentários e, também,
em ditos sarcásticos, ou não fossemos nós mais do que a tristeza do
fado. Somos humoristas também, ainda que demasiadas vezes de muito mau
gosto.
Os
tribunais não encontraram nos procedimentos de Relvas ilícitos
criminais, mas não disseram ser próprio de alguém que quer ser
governante de um país aceitar que o façam doutor às três
pancadas. Isso não compete aos tribunais julgar, mas sim a todos
nós. Relvas no governo é uma caricatura de ministro e no meio
académico não passará, jamais, de um oportunista.
Assunto
encerrado como ouvi nos noticiários? Creio que não.
Mas
a grande confusão percebi-a ontem no comportamento de uma reputada
jornalista que no programa “olhos nos olhos”, onde Medina
Carreira já tem o condão de nos baralhar, para além de se repetir e
contradizer, teve intervenções verdadeiramente desastradas,
inoportunas e reveladoras de uma ignorância de facto, de grandes dificuldades no entendimento da realidade e da péssima
qualidade da nossa comunicação social que anda numa autêntica caça
às bruxas, pescando aqui e acolá, apanhando tudo pela rama e, em
consequência, fazendo a desinformação que muito ajuda o incansável
Arménio, mas que pode fazer muito mal à maioria de todos nós.
Este
país tem de se acalmar e para isso deve contribuir muito rapidamente
o governo que deveria impor-se e mostrar, tal como lhe
compete, que tem a situação controlada, tem um projecto de futuro e ideias
claras sobre como Portugal vai sair desta barafunda em que está metido.
A
não fazer assim, será o Arménio quem o fará, porque lhe é fácil
dizer os disparates que diz porque, como o povo muitas vezes comenta, "a
mais não é obrigado”, quer pelo seu saber quer pelas suas intenções.
Por isso, é
pelo governo que esperamos. Que apareça como é seu dever e que faça o que é suposto
que já tivesse feito mas que ainda não fez.
domingo, 30 de setembro de 2012
SAIA DE ONDE SAIR…
Contaram-me, certa vez, uma
história que me garantiram ser verdadeira. Naquele restaurante, o prato do dia
era língua de vaca estufada, coisa que ao cliente não agradou porque, disse
ele, não come coisas que saiam da boca dos animais. Para não ficar sem almoço,
acabou por pedir dois ovos mexidos!
Seja o que for que tenha
almoçado, lá se satisfez a pessoa a necessidade de se alimentar.
Foi o que me veio à ideia a
propósito das hesitações, do contesta e não contesta, do decide e não decide como medida que permita ao
governo arrecadar o dinheiro de que precisa para cumprir as metas com que se
comprometeu com a Troika.
Saia de onde sair, o dinheiro
terá de ser colectado, sem o que a continuação do financiamento da dívida pelo
FMI, União Europeia e BCE fica comprometido, com consequências que melhor será
não falar delas a esta hora da noite para não ficarmos com insónias.
Pobres de nós se nos deixarmos
levar pelas conversas dos que, simplesmente, querem que se lixe a Troika! Há ainda muito para fazer antes disso. Precisamos de por em ordem uma casa há muito desorganizada por políticos incompetentes que, nas políticas de curto prazo, as únicas que esta "democracia do confronto" consente, nos endividaram para mostrarem o "serviço" que lhes poderia valer a continuação no poder. A sua enorme preocupação, o seu projecto mais querido.
Depois, e muito urgentemente, precisamos de ser
fortes, sabedores e inteligentes para procurarmos as soluções que nos convenham, porque é estúpido
este martelar no dedo na esperança de sentir o alívio nos intervalos. Tem sido assim sempre nas "soluções" das crises que, inevitavelmente, acabam por voltar.
Na situação delicada em que nos encontramos, não convém tomar atitudes de "marialva" que, com certeza, nos vão perder.
Na situação delicada em que nos encontramos, não convém tomar atitudes de "marialva" que, com certeza, nos vão perder.
Disse algumas vezes que cada país
tem o Carvalho da Silva que merece. Mas nem imaginava que havia um Arménio…
O PAÍS SEM TANGA…
Pois é, parece-me que, a menos
qualquer mudança nos planos incisivos de criar uma crise política não
controlada e trágica, aos quais PCP e BCE se têm dedicado intensamente, o país
corre sérios riscos de passar do mau para o péssimo, de deixar de ser uma país
de tanga para um país que nem tanga tem!
Entusiasmou-se o Arménio em sonâncias
ao estilo de Luther King que, ao contrário das deste lutador, não fazem sentido
algum. Porque não revelam um sonho mas apenas uma ambição!
Num país que desmandos em excesso
tornaram não auto-sustentável, que sem os empréstimos da Troika não terá como
pagar salários, garantir segurança nem praticar os actos administrativos mais simples, como
pode ele prometer que não deixará que os salários desçam um cêntimo que seja quando
correm o risco de, nem sequer, serem pagos?
Arménio joga na confusão e os
êxitos que crê alcançar dão-lhe força para continuar de manifestação em
manifestação pacífica, de greve em greve geral, de revolta em revolta
descontrolada, num crescendo de estupidez que os mais atingidos pela crise não
têm como controlar e os demais não conseguem arrefecer para ponderar sobre a
irresponsabilidade que tal significa.
Arménio é agora vedeta que todas
as TVs querem mostrar para, em entrevistas em que os profissionais
entrevistadores se integram perfeitamente, dizer sequências de enormidades,
próprias de quem não faz ideia do que possam ser as consequências daquilo que
diz.
Há muito para mudar mas não em
guerras intestinas, não a destruir o pouco que ainda nos resta porque importante
é travar a guerra de exigir que a Europa que nos fez perder, abra os olhos e
veja o enorme buraco em que está, também, a cair.
Haverá, sem dúvida, que mudar os
políticos incapazes de fazer o que precisa de ser feito, mas não os
substituindo pelos demagogos, mais incapazes ainda, que os querem derrubar e
nem, sequer, pelos “primos” dos que nos colocaram nesta situação infeliz de
desgraçadinhos que “seu” Estado ampara e os seus “boys” controlam!
Espero que os portugueses
entendam que Portugal ainda não é o país da treta que o Arménio já julga ser.
Espero que os portugueses, em vez de se entregarem à histeria que certas
atitudes golpistas fomentam, reconheçam o seu valor para reerguer o seu país,
pelas suas próprias mãos e não pelos “slogans” balofos e enganadores dos que
apenas desejam, finalmente, o poder.
Pois não o terão!
Como se reergue o país? TRABALHANDO, reconstruindo tudo aquilo que deixámos apodrecer quando nos julgámos ricos.
Como se reergue o país? TRABALHANDO, reconstruindo tudo aquilo que deixámos apodrecer quando nos julgámos ricos.
sábado, 29 de setembro de 2012
A MANIFESTAÇÃO QUE FALTA
Pouco depois de nascer um dos
meus filhos, entrou na clínica uma senhora cuja gravidez estava, visivelmente,
em fim de tempo. Por certo apoquentada por dores, apenas gritava bem alto:
“desisto”! Surpreendido, dei comigo a pensar do que seria que ela desistia se
tinha no ventre uma criança que queria nascer. O parto era inevitável e teria
lugar muito brevemente.
Recordo muitas vezes esta cena em
situações de negação impossível, daquelas em que nada pode já evitá-las.
Portugal está numa dessas
situações em que pouco ou nada poderá ser feito que evite o empobrecimento a
que uma administração descuidada o condenou.
Temos no pescoço uma corda que um
passo em falso pode apertar demasiado, a ponto de nos sufocar.
É uma situação incómoda, difícil
de sustentar, penosa e revoltante que poderia ter sido evitada muito tempo
antes, se não tivesse sido feito aquilo que a provocou. Tal como naquela
gravidez de que a senhora queria desistir!
Está neste momento a discursar,
na Praça do Comércio, um Arménio que afirma haver outros caminhos que não os da
austeridade que o governo português nos impõe. Não indica outras soluções que
não sejam as de sempre, as que penalizam o capital, esse monstro sem pátria que
sempre se escapa quando o querem agarrar.
Não vale a pena insistir em
soluções descabidas, aquelas que ninguém adopta porque são impossíveis de
adoptar para além dos limites em que outros o façam também, porque de nada
serviriam. E a menos que todos os países da zona euro se unam num verdadeiro
esforço de recuperação, não há como fugir desta via que, verdade seja dita,
também não conduz a qualquer paraíso.
Infelizmente, não vejo maneira de
fugir a um triste destino que a nossa má cabeça e uma Europa egoísta nos
impõem.
Revoltam-se os gregos, os
espanhóis e nós também, protestando contra quem governa, em vez de um caloroso
e imenso protesto contra uma Troika que nos obriga a sacrifícios excessivos dos
quais é cada vez mais difícil sermos aliviados.
É essa a enorme manifestação que
falta, uma manifestação que mostre o descontentamento dos portugueses pelos sacrifícios que, do exterior, lhe são impostos, apesar do reconhecimento de que nada voltará a ser com antes, para o que
será necessário que seja feito o esclarecimento completo da situação em
Portugal, na Europa e no Mundo. Isso competirá, sem dúvida, ao governo.
A não ser assim, como cumprirá
Arménio Santos a promessa de que a CGTP não permitirá que os vencimentos sejam reduzidos um
cêntimo que seja! Pagando-os com o dinheiro que já tem garantido ou deixando-nos a todos sem vencimentos, sem pensões, sem nada?
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