ACORDO ORTOGRÁFICO

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O DITADOR FANFARRÃO QUE GOSTA DE SER BAJULADO



As fanfarronices de Kim Jong-un fazem parte do seu modo de governar a Coreia do Norte, ou seja, de manter os norte-coreanos em respeito e supostamente unidos ante um suposto inimigo exterior que, com as suas atitudes, foi criando.
Ele e a elite que o rodeia e o bajula em Pyingyang, receosa das consequências de qualquer deslize, porventura num simples corte de cabelo que possa parecer imitar o do “grande chefe”, vivem subjugando os demais pelo medo que lhes incutem e pelas patranhas que lhes impingem através daquela voz de trovão da locutora da TV nacional que a toda a hora tece loas ao poderoso chefe, fala do seu imenso poder e da força com que a coreia do Norte esmagará os seus inimigos, sem mais nada dizer da realidade do mundo. Propaganda pura e constante!
Os parcos recursos do país são gastos nos equipamentos militares com que pretende assustar o resto do mundo, com os quais, aos poucos e com a pouca atenção do mundo, foi criando um arsenal bélico notável, com o qual o menino travesso ameaça o mundo de carregar no botão vermelho, se não lhe derem o que precisa e não o deixarem, sossegadamente, prosseguir os seus propósitos.
Obviamente que o seu plano será vir a dominar toda a Coreia e, porventura, o Japão ao qual dirige constantes ameaças.
Esta é a realidade de um miúdo travesso, com características de sociopata perturbador do mundo que pode lançar no caos.
Não existe legitimidade alguma que imponha ao mundo suportar gente assim e, muito menos, ter que lidar, sem reagir, a atitudes com a hostilidade das que toma o famigerado Kim.
Não sei como resolver esta questão que, a menos que uma das partes ceda, Kim ou o resto do mundo, pode ter um desfecho dramático, a não ser que o mundo responsável faça sentir o seu peso e submeta o ditador às regras da boa convivência internacional.
Não será fácil, mas tem de ser decidido e urgente, antes que seja tarde demais.

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